Ensino a Distância

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Apesar de não ser um entusiasta do EaD puro, me agrada a idéia de realizar trabalhos com os alunos via internet. As possibilidades de ensino também são interessantes. De certa forma, um profissional sério hoje em dia e que busque atualização constante, acaba praticando o EaD, ainda que informalmente. “Pesquisar” na internet sobre um tema e aprender sobre ele não deixa de ser uma espécie de aprendizado à distância, ainda que informal. Eu mesmo já fiz cursos on-line, com avaliação e tudo mais. Mas, na maioria dos casos, acabo pesquisando sozinho. Anyway, estimulo a prática assistida.

Segue abaixo alguns links interessantes, extraídos do site da ABRAEAD (onde, aliás, existe um diretório de links de onde tirei alguns):

FrancoClick: site montado em parceria entre o governo brasileiro e a embaixada francesa para ensino da língua. Ainda sobre idiomas, o portal About contempla diversas línguas. Indico as aulas de italiano. Outro que me agrada é o Mango Languages, com 100 aulas disponíveis em diversas línguas (até português-br para estrangeiros).

O Open Consortium é uma iniciativa de diversas universidades ao redor do globo, disponibilizando material e cursos. O MIT, americano, também disponibiliza seus materiais de aula na net, assim como a Unicamp, aqui no Brasil.

E para o post não ficar muito chato, há uma iniciativa que aposta no uso de jogos para a educação, o Gamecultura. Isso eu gosto!

Google apresenta serviço de registros médicos

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Segunda, 19 de maio de 2008, 17h36  Atualizada às 17h47
Google apresenta serviço de registros médicos

O Google apresentou nesta segunda-feira o Google Health, um serviço de informações sobre saúde que combina o mecanismo de busca da empresa líder da Internet com um registro sobre a saúde pessoal do usuário.O serviço protegido por senha, que pode ser encontrado no http://www.google.com/health/, fornece um perfil personalizado para usuários do Google com seu histórico médico e reúne informações relevantes sobre as condições médicas do usuário.A ferramenta ainda inclui um link para ajudar usuários a encontrarem médicos por localização ou especialização. A “caixa de remédios virtual” avisa os pacientes quando eles precisam tomar remédios e as possíveis interações entre diferentes medicamentos.

Usuários também podem importar registros médicos se estes estiverem disponíveis em formato digital. O serviço inclui links para a maioria das cadeias de farmácia, médicos e hospitais.

Autoridades em Mountain View anunciaram o serviço que já havia sido antecipado durante uma coletiva para discutir o desenvolvimento do sistema de busca da empresa.

“Se alguém pode demistificar o que é saúde, e tornar isso divertido, o Google pode”, disse Dr. Michael Roize, vice-presidente de bem estar da Cleveland Clinic, durante coletiva na sede do Google.

Fonte: Terra

IBGE: cresce nº de domicílios que têm apenas celular

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Quinta, 18 de setembro de 2008, 11h16  Atualizada às 11h59
IBGE: cresce nº de domicílios que têm apenas celular

O número de domicílios que contam apenas com telefone celular cresceu 17,8% em 2007, relação a 2006, chegando 17,6 milhões (ou 31,6% do total). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Segundo o IBGE, foi esse crescimento da telefonia móvel (que tem ficado acima dos 15% ao ano desde 2002) que impulsionou o avanço da telefonia em geral. De 2006 para 2007, mais 2,7 milhões de domicílios passaram ter algum tipo de telefone, somando 43,1 milhões (77,7% dos domicílios).

Segundo a Pnad, dos 56.345 mil domicílios brasileiros, 15 milhões (26,6%) possuíam microcomputador, sendo 11,4 milhões (20,2%) com acesso a Internet. Mais da metade dos domicílios com computador (8,8 milhões) estão no Sudeste, e 6,896 milhões têm acesso a Internet. O Sudeste possui 27,4% de seus domicílios conectados à Internet; a região Sul, 24%; o Centro-Oeste, 18,4%; o Nordeste, 8,8%; e o Norte, 8,2%.

Já o fogão, existente em 98,2% dos domicílios, a televisão (94,8%) e a geladeira (91,4%) continuam sendo os bens mais presentes. O serviço público que possui maior alcance no País continua sendo o fornecimento de energia elétrica. Com a expansão de 0,5 ponto percentual desde 2006, 98,2% domicílios do País tinham este serviço em 2007.

 

How to Craft an Effective Elevator Speech

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How to Craft an Effective Elevator Speech
by Chris King

 

I know that at this moment, you are wondering what I’m talking about. Who gives a speech in an elevator anyway? What I mean by an “elevator speech” is a short description of what you do, or the point you want to make, presented in the time it takes an elevator to go from the top floor to the first floor or vice versa. In this article you will find out what, why, where, when, to whom, and how to prepare that “elevator speech.” 

What exactly is an “elevator speech”? I believe the name was actually coined from the idea that we sometimes meet the important people in our lives in elevators. The odd situation we encounter in most elevators is that nobody speaks to or looks at anyone else, and yet we have a captive audience for that short period of time. Very few people are ready to interact in case someone does speak. The idea of an “elevator speech” is to have a prepared presentation that grabs attention and says a lot in a few words. What are you going to be saying? By telling your core message, you will be marketing yourself and/or your business, but in a way that rather than putting people off will make them want to know more about you and your business.Why prepare an “elevator speech”? In previous articles I have continually mentioned the importance of preparation, and it is no different for an “elevator speech.” Actually, it is imperative to work on this two to three minute presentation until it is perfectly crafted. This is the one kind of speech that I do suggest memorizing. Make it such a part of you that if someone woke you up from a sound sleep in the middle of the night, and asked you what you do, you would smoothly and without hesitation tell them your “elevator speech.” This speech will serve as your introduction to others, so it has to be good!

Where and when do I use this “elevator speech”? Of course, if you meet someone who shows interest in the elevator, you can be literal and use it there. But usually it comes in handy when you attend an event, a conference, a convention, or some other type of meeting with networking opportunities. You will notice that one of the first questions people ask is, “And, what do you do?” “Oh, I’m a lawyer … or an accountant … or a consultant … or an artist…” It doesn’t matter because they will often say, “Oh, that’s nice,” and immediately label you in their mind with all of the stereotypes they perceive those occupations carry with them. However, if you turn your message around and start with an answer like, “I work with small businesses that are grappling with computer problems,” right away — especially if they own a small business — their ears will perk up and they will want to know more. The reason I suggest working on this speech and memorizing it is that our natural reaction to the question, “What do you do?” is to answer with a label. Then, we continue to describe the process we go through instead of sharing the benefits they will get from working with us. Rather than thinking of ourselves as “solution providers” we picture ourselves as doing our occupation.

To whom do I present my “elevator speech”? The more often you give your short speech, the better it will become. You will have so much fun experiencing the unique reactions to what you are saying, you will easily be able to add enthusiasm and energy to the telling. I suggest taking advantage of a wide variety of gatherings and networking events. And, don’t worry, if your “elevator speech” isn’t smooth, easy, or natural in the beginning. If you stick with it, you will find that it gets better and better, and before long, you will be getting a surprising amount of business — or, at least a number of contacts who want your business card and to stay in touch. You will also be remembered.

How do I craft my elevator speech? What are the ingredients? Before I go any further, I want to credit the man who turned me on to how to market using a strong core message, which I am calling my “elevator speech.” It is Robert Middleton who calls himself an InfoGuru and who has developed an Action Plan Marketing Manual — which is not only reasonably priced, but loaded with incredible information. You will find him HERE. Even if you don’t get his online manual, be sure to subscribe to his weekly newsletter, which is excellent. To start your “elevator speech” determine your niche market, what problem(s) do they have that you can help solve and what solution is the outcome? What makes you unique? What short story illustrates a successful outcome that you have produced?

For example, this is my elevator speech: Everyone has a story. I help small businesses and non-profits tell their story to the people who need to hear it. You see, when someone knows our story, they can’t help but like us, and we support and do business with those we like. So, together, we craft your story and start telling it to your employees, the media, potential clients, and to the world. I know it sounds like marketing, but what makes me unique is that first and foremost, I am a storyteller. I also have a technical, art, writing, and design background which I combine to tell your story in a special, get-their-attention way. I recently completed a sixteen-page publication with an additional 15,000 copies that appeared in the March issue of Cleveland Magazine telling the stories of Cleveland’s community development corporations. They were so delighted with the outcome that I am now in the process of designing an extensive website for them.

Fonte: Creative Keys

Nokia patenteia anotações no verso de fotos digitais

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Nokia patenteia anotações no verso de fotos digita
16/09/2008 07:09 

A Nokia, fabricante finlandesa de celulares, abriu um pedido de registro de patente na última semana para um sistema de fotografia digital que aproximará um pouco mais a tecnologia das velhas imagens impressas.

Na patente, a companhia aborda um sistema de anotações digitais para o verso das fotos digitais, prática comum em imagens impressas, normalmente catalogando a data e o autor da fotografia, ou ainda o sujeito retratado, conforme noticiou o site NewScientist.

O mecanismo permitiria “virar” uma foto recém-tirada e escrever, com ajuda de um teclado ou uma caneta stylus sobre uma tela sensível ao toque, asinformações desejadas. As informações então seriam gravadas juntas com a foto, sem interferir com a imagem em si.

Embora a patente aborde a criação de mais um espaço de informação nas fotos, a fotografia digital traz também as chamadas etiquetas EXIF, especificações criadas por câmeras digitais e que armazenam informações como data e hora da captura, configurações da câmera, informações de copyright e até mesmo uma miniatura da foto, mostrada no visor LCD, conforme pode ser lido na Wikipédia.

O texto da nova patente da Nokia pode ser lido na íntegra, em inglês, pelo atalho tinyurl.com/6bdt6x.

Fonte: Geek