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	<title>Arquivo de fidelidade - Prof. Sergio Seloti.Jr Thoutghs</title>
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		<title>Um dia depois do Dia do Consumidor…</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Sergio Seloti.Jr]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 18:46:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>…pergunto: existe “fidelidade” de clientes? Parece sacrilégio perguntar isso. Alguns marqueteiros de plantão dirão que estou bebado, outros trarão a camisa de força. Mas a pergunta é séria: existe? O que torna alguém fiel? Amor, respeito, cuidado, índole, valores pessoais. A lista é grande e não para aí. O que me incomoda é: quantas dessas características&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>…pergunto: existe “fidelidade” de clientes?</p>
<p>Parece sacrilégio perguntar isso. Alguns marqueteiros de plantão dirão que estou bebado, outros<br />
trarão a camisa de força. Mas a pergunta é séria: existe? O que torna alguém fiel? Amor, respeito, cuidado, índole, valores pessoais. A lista é grande e não para aí. O que me incomoda é: quantas dessas características podem ser aplicadas a um produto ou serviço, a uma marca ou empresa?</p>
<p>Certamente há elementos de amor, respeito quando falamos de algumas marcas ou empresas. Google, uma empresa admirada, tem sua legião de fãs. Mas – e é esse meu ponto – esses fãs não são incondicionais, não “amam” a Google simplesmente porque ela é “cool”. Pessoas amam a Google porque ela lhes dá o que querem. E a minha questão é essa: isso é fidelidade? Ou isso é atendimento de necessidades? As pessoas que usam os serviços da Google continuarão a amá-la se ela, simplesmente, parar de lhes entregar o serviço? De forma que, na prática, quando alguém fala em “fidelizar o cliente”, eu digo apenas “entregar o que ele quer… e um pouquinho a mais”.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter" src="https://i0.wp.com/tabitabi.ru/_engine/picture/12/71.jpg?w=720" /></p>
<p>Nesse caso, me vejo menos como um amante romântico que buscará o amor de seu cliente a todo custo; e mais como um traficante de drogas experiente, que sabe que dar um pouquinho a mais vai apenas viciar um pouquinho mais o cliente e prendê-lo a você.</p>
<p>O exemplo é ruim? Não! É forte, chega a ser repugnante, mas não creio que ele deixe de ser realista por isso. Utópico é acreditar que que uma marca ou empresa possa fazer de tudo e achar que seu cliente a perdoará “por amor”.</p>
<p>Aí eles caem da cama!</p>
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