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	<title>Arquivo de clientes - Prof. Sergio Seloti.Jr Thoutghs</title>
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		<title>Fidelização? Não!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Sergio Seloti.Jr]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jul 2014 20:23:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos se assustaram quando escrevi em minha página do Facebook que não acredito em fidelização de clientes. “Como assim? Um professor de estratégia, de marketing falando isso??” Pois é… Fidelização x Valor Há quem defenda – e alguns podem até vir aqui me xingar – mas acredito que a própria teoria de marketing mostre que tal argumento&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos se assustaram quando escrevi em minha página do <a href="http://www.facebook.com/ProfSergioSelotiJr"><strong>Facebook</strong> </a>que não acredito em fidelização de clientes. “Como assim? Um professor de estratégia, de marketing falando isso??”</p>
<p>Pois é…</p>
<h2>Fidelização x Valor</h2>
<p>Há quem defenda – e alguns podem até vir aqui me xingar – mas acredito que a própria teoria de marketing mostre que tal argumento tem muitos problemas. A fidelização pressupõe que a empresa faça algo que torne o cliente “fiel” ao seu produto ou marca. O caso da Apple é muito citado como exemplo de fidelização. Omo é outro caso. Mas… Foi sempre assim? A Apple não tinha bons produtos nos anos 90 também? O que há aqui?</p>
<p>Meu ponto é simples (e se vale de ferramentas de marketing, também): clientes compram aquilo que lhes entrega <strong>valor</strong> positivo. E valor para o cliente (longe das concepções rasas que confundem “diferencial” com valor) é uma função de outras duas variáveis, em parte, subjetivas: <strong>benefícios</strong> percebidos sobre <strong>custos</strong> para aquisição.</p>
<h2>Valor = benefícios / custos</h2>
<p>Os benefícios, por serem percebidos por indivíduos, é subjetivo. Para alguns, há grave percepção de benefício em usar um celular com uma maçã mordida ou um tênis com um N. Para outros, o sabão que “lava mais branco” ou “o melhor bolo de chocolate do mundo” apresenta maior benefício.</p>
<p>Na outra parte da conta, os custos para aquisição têm uma parcela objetiva (financeira) e, também, uma subjetiva. Custo financeiro é o preço, o frete (ou ônibus, ou estacionamento, gasolina, etc para ir até a loja), eventuais taxas, etc. Já o componente subjetivo se dá por conta do tempo despendido para a aquisição, o cansaço, a chateação (mande um homem mais velho ir fazer compras num shopping), o trabalho que dá para analisar opções, e outros fatores relacionados ao sujeito.</p>
<p>Assim, a <strong>percepção de valor</strong> de um mesmo produto acaba mudando de pessoa para pessoa e, também, em função do momento (1 garrafa de água “vale” o mesmo no supermercado e no meio do deserto?).</p>
<p>Tá, e a <strong>fidelização</strong>? Pois é, <strong>não existe</strong>. O que existe é <strong>percepção de valor</strong> (e marca entra aqui, sem dúvidas) que, enquanto for positiva e superior às demais, manterá o cliente “fiel”. Mude alguma dessas variáveis e a percepção de valor mudará também. A partir do momento que a grama do vizinho se mostrar mais verde, o cliente pula a cerca. Por mais que se goste da marca.</p>
<p>Em outras palavras: não existe “fidelidade” per se. Existe uma percepção que “vale a pena” continuar comprando dessa marca.</p>
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