Ligado

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Enviei a alguns de vocês um convite para integrarem minha rede de contatos no LinkedIn. Estou realmente impressionado com as possibilidades que a ferramenta traz e gostaria de deixar uma sugestão: procurem o grupo da sua faculdade. Se não existir ainda, crie e convide os colegas! (Se quiser, use este espaço para divulgar o link dos grupos recém criados).

Do meu lado, criei um grupo para discussões sobre Estratégia. Em breve, criarei grupos para discussão de nossos temas de aula, como uma estratégia de aprendizado alternativa. O que acham? Vale o teste?

São Google

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Costumo brincar com meus alunos a respeito do São Google, que é o santo padroeiro dos estudantes. Basta pedir-lhe qualquer coisa que ele traz a resposta. Desnecessário dizer tratar-se de uma brincadeira e, ainda mais, uma ironia, pois discordo disso. Penso que é uma boa fonte de pesquisa, mas é necessário saber como pesquisar. Dois exemplos: Google Books e Google Academic. Poucos (inclusive alunos) sabem da existência dessas duas ferramentas. São filtros muito interessantes para aqueles que não sabem distinguir uma página feita pelo “sobrinho” (quem lê, entenda) de uma página oficial, com documentos confiáveis.

Meu amigo Tiago Luchini (direto da Gelolândia) postou hoje mesmo um texto chamado Tenho medo do Google, cuja leitura recomendo para aqueles que estudam e, principalmente, que estão em fase monográfica (TCC’s e afins).

Boa diversão

Passatempos digitais

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Passatempos digitais
A indústria dos chamados jogos casuais – no celular e na internet – cresce 20% ao ano e promete aumentar a participação no mercado mundial de games, que soma 50 bilhões de dólares

Germano Lüders
Equipe da Tectoy Digital: games para a sala de espera do dentista

Por Luiza Dalmazo | 19.02.2009 | 18h16

Ana Dolabela não tem nada do estereótipo do consumidor de games. É mulher, tem 43 anos e trabalha como redatora em uma das maiores agências de publicidade de São Paulo, o que em tese lhe deixaria pouco tempo livre para jogar. Mas, entre uma reunião e uma olhada nos e-mails, ela sempre encontra alguns minutos para escapar da rotina e acessar seus games preferidos pela internet. Ana pode não corresponder à imagem do adolescente de controle na mão, mas é parte de um mercado cada vez mais relevante na bilionária indústria das diversões eletrônicas. Os jogos casuais, baixados no celular ou acessados em sites da web, já movimentam 2,7 bilhões de dólares ao ano, entre a venda de downloads e a exibição de publicidade. São games simples e despretensiosos, que podem ser jogados na sala de espera de um consultório médico, no metrô ou durante aqueles 5 minutos de distração no meio do expediente. O mais conhecido deles talvez seja o Paciência, incluído em todas as versões do sistema Windows desde 1990 e detentor do título de programa mais usado entre as criações da Microsoft. Nesses quase 20 anos, esses games mantiveram a fama de diversões casuais – mas viraram um negócio muito sério.
Um novo mercado

 

Existem mais de 1 000 empresas no mundo especializadas em criar games casuais, a maioria para a internet. Em geral, são companhias diferentes dos estúdios de produção de jogos. As empresas são pequenas, muitas vezes operações de uma pessoa só. O modelo de negócios é inovador: o dinheiro não vem de vendas, mas da publicidade – 98% das receitas dos casuais online vêm de anúncios. O interesse dos anunciantes está principalmente no fato de esses portais captarem a atenção do usuário por mais tempo do que blogs ou sites de notícias. Mas o nicho tornou-se tão atraente que até os fabricantes de consoles abraçaram os casuais. Entre eles está a Nintendo, fabricante do popular Wii, e a Amazon, que tipicamente não atua em jogos, mas lançou no começo de fevereiro um site com 600 games – cada jogo a 10 dólares. Em geral, porém, as empresas dedicadas aos casuais são pequenas, que servem de celeiro de talentos para as gigantes. “Quem nos procura para vender games, em geral, ganha um emprego”, diz André Penha, presidente da Associação Brasileira de Games e diretor da Tectoy Digital.

Os games para celulares representam hoje cerca de 23% dos jogos casuais, mas a chegada do iPhone, da Apple, deve aumentar essa participação. O cobiçado aparelho fez quase triplicar os downloads de games móveis em novembro do ano passado sobre 2007, segundo a consultoria ComScore. Com isso, crescem também as oportunidades para os desenvolvedores individuais, que encontraram na App Store – loja online de aplicativos da Apple – uma aliada. O maior exemplo é o de um desenvolvedor americano que criou, em suas horas vagas, um jogo de artilharia, o iShoot. Ethan Nicholas criou duas versões, uma gratuita, que incluía publicidade, e outra livre de anúncios, ao custo de 3 dólares. O game é simples e consiste em acertar os inimigos com tiros de tanque. Lançado em outubro, o iShoot tornou-se o game mais baixado na App Store em fevereiro. Com isso, Nicholas faturou em um único mês 600 000 dólares e decidiu deixar o emprego para dedicar-se só ao game.

A maioria dos jogos casuais custa nada ou muito pouco. Além das ofertas gratuitas, os games para telefones celulares custam até 10 reais. Os downloads para PCs normalmente ficam entre 20 e 45 reais. A empresa que produz esse tipo de game, além de lucrar com publicidade, geralmente ganha na escala. Eles custam 1,5% do valor médio de desenvolvimento de um jogo tradicional, estimado em 10 milhões de dólares, e, assim, são produzidos em maior volume. Os tipos convencionais compreendem principalmente estratégia, aventura e combates. Os resultados de uma pesquisa da Casual Games Association, porém, alteraram o escopo: a maior parte do público é formada por mulheres (51%) e tem mais de 35 anos (62%), como a redatora Ana Dolabela, que já desembolsou mais de 800 reais em cerca de 20 downloads. Com isso, surgem jogos mais diversificados, que trazem desde animais de estimação e baralhos até games que têm noivas como personagens principais.

Aproveitando a onda de popularidade dos games casuais, as empresas desenvolvedoras estão reforçando suas equipes. A Tectoy, por exemplo, criou uma divisão específica para jogos casuais para internet e celulares e mantém um time relativamente grande, considerando um mercado de equipes reduzidas. São 43 pessoas, que se dividem entre roteiro, testes, desenho de personagens e ambientes. “Hoje existe uma zona mista, o que significa que os jogos casuais não atraem só os viciados em videogames, mas agradam também a qualquer tipo de pessoa”, afirma Penha. Os casuais seduzem mais jogadores do que qualquer outro tipo de game – e devem virar uma opção de entretenimento realmente massivo até o ano que vem. Com mais jogos e consumidores, o setor tem tudo para crescer em participação no mercado total de games – hoje de 50 bilhões de dólares – e atingir 8 bilhões de dólares nos próximos cinco anos.

Fonte: Revista EXAME

A Próxima Internet

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A Google e seus diversos serviços (buscas, edição de textos, Orkut, Picasa, etc) são reconhecidos por sua capacidade de inovação em serviços web. A reportagem a seguir apresenta a visão da Google para o futuro da Internet. Vale a pena ler.


Segunda-feira, Setembro 29, 2008 9/29/2008 07:05:00 PM


Historicamente, a Internet tem sido basicamente a conectividade entre computadores e entre pessoas. A World Wide Web (www) abriu enormes oportunidades e motivações para a adição de conteúdo na Internet; e ferramentas de busca como a Google forneceram a todos uma maneira de encontrarem o conteúdo adequado para seus interesses. É claro que a Internet continuará a se desenvolver: novos dispositivos vão encontrar seu espaço na rede e, consequentemente, haverá novas maneiras de acessá-la.

Na próxima década, cerca de 70% da população humana terá acesso fixo ou móvel à Internet em velocidades cada vez mais altas, de até gigabits por segundo. Com certeza, podemos esperar que os aparelhos móveis se tornarão componentes importantes da Internet, assim como dispositivos e sensores de todos os tipos. A maioria dos dispositivos conectados à Internet, sejam móveis ou fixos, saberá onde está tanto geográfica como logicamente. Quando você entrar em um quarto de hotel, seu celular receberá sua localização precisa, incluindo o número do quarto. Quando você ligar seu laptop, ele também saberá esta informação – seja através do aparelho móvel ou do próprio quarto. Será normal para os dispositivos, quando ativados, descobrirem que outros equipamentos estão próximos, desse modo seu celular vai descobrir que tem disponível um monitor de alta resolução, que já foi chamado de aparelho de televisão. Se quiser, seu dispositivo móvel vai lembrar onde você esteve e acompanhará objetos com a chamada RFID (identificação de freqüência de rádio), como sua pasta, as chaves do carro e até seus óculos. “Onde estão meus óculos?” você vai perguntar. “Na última vez em que você estava ao alcance da RFID de seus óculos você se encontrava na sala de estar,” vai dizer seu celular ou laptop.

A Internet também vai transformar o vídeo. Com sua oferta programada, o vídeo vai se tornar um meio interativo em que a escolha de conteúdo e anúncios estará sob o controle do consumidor. A colocação de produtos se tornará uma oportunidade para os usuários clicarem em itens de interesse no campo de visão para aprender mais sobre eles, incluindo – mas não se limitando, às informações comerciais. Os hyperlinks vão associar uma cena de corrida do Guerra nas Estrelas com a corrida de charretes em Ben Hur. A vídeoconferência convencional será ampliada por robôs controlados remotamente com a capacidade de se movimentar, focalizar câmeras e ajustar microfones, e talvez até de interagir diretamente com o ambiente local sob o controle do usuário.

A Internet também vai se tornar mais integrada com outras partes de nossa vida diária, e consequentemente vai mudá-la. As grades de distribuição de energia, por exemplo, vão se tornar uma parte do universo de informações da Internet. Conseguiremos acompanhar e gerenciar a demanda de energia elétrica e nossos automóveis vão participar da geração assim como do consumo de eletricidade. Ao compartilharmos informações sobre o consumo e sobre os dispositivos e sistemas de produção de energia por meio da Internet, poderemos torná-los mais eficientes.

Uma caixa de sabão para roupa vai se tornar parte de um serviço na medida em que as máquinas habilitadas pela Internet serão gerenciadas por serviços baseados na web que podeão configurar e ativar sua máquina de lavar. Medidas científicas e resultados experimentais serão colocados em blogs e introduzidos automaticamente em arquivos de dados comuns para facilitar a distribuição, compartilhamento e reprodução de resultados experimentais. Pode-se até imaginar que instrumentos científicos serão capazes de gerar seus próprios blogs de dados.

Esses são apenas alguns exemplos da maneira como a Internet vai continuar a nos envolver e servir no futuro. A flexibilidade que temos visto na Internet é conseqüência de uma simples observação: a Internet é essencialmente um artefato de software. Como aprendemos nas últimas décadas, o software tem uma fronteira ilimitada. Não há limites para o que pode ser programado. Se podemos imaginar, há uma grande probabilidade de que pode ser programado. A Internet do futuro será difundida com software, informações e arquivos de dados, e povoada com dispositivos, aparelhos e pessoas que interagem com e por meio dessa rica estrutura.

E a Google estará lá, ajudando tudo a fazer sentido, ajudando a organizar e a tornar tudo isso acessível e útil.

007! 008… 009… 010…

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james_bond_pierce_brosnan_0071Talvez fosse o sonho de qualquer criança. Talvez até de alguns adultos. O estoque de armamentos (ou, diria, paraferália) que o famoso 007 usa em cada um de seus filmes não está no gibi. Mas o que sempre me chamou a atenção era o seu relógio multiuso. Anos antes dos (para continuar, clique aqui)

PDF a toda hora

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Para quem precisa gerar um PDF de um documento e não sabe como fazê-lo, duas dicas rápidas, legais e baratas, que não envolvem instalar programas ou configurar impressoras PDF a cada computador que você passar.

A primeira é o PDF Online. Essa solução é bastante simples e prática. Basta fazer o upload do arquivo que deseja converter, dar-lhe um “novo nome” e fornecer um e-mail para receber o PDF convertido. Pronto!

A solução é muito legal e prática, mas tem o inconveniente de precisar fornecer seu e-mail a um “desconhecido”. Outro problema é que o sistema não converte (ainda) arquivos do pacote Office 2007. Em breve, quem sabe…

Já a outra opção que aconselho é um pouco mais “trabalhosa”, porém mais segura e de “longo prazo”. Se você tem uma conta Gmail (quase todo o mundo tem), basta logar-se no serviço de documentos da Google em http://docs.google.com (sim, você já tem acesso) e “subir” seu documento (word, excel, power point e similares). Uma vez que seus documentos estejam “nas nuvens”, basta que você vá até o menu Arquivo desse documento e faça o download como PDF. Você pode, também, enviar o PDF diretamente a um destinatário (isso serve bem com seu currículo). Basta clicar em “Compartilhar”, escolher “Enviar como anexo” e depois selecionar o formato PDF para o envio. Como eu disse, imagine seu currículo lá. Surgiu uma vaga interessante e você está na praia? Simples, vá a uma lan house (ou acesse pelo seu celular, whatever) e envie seu currículo em PDF, certinho, para o recurtador. Maravilha, hein?

Quer pagar quanto?

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Segue uma tabela de salários da área de TI para quem tiver interesse de ir nessa linha
Salários

Cargo mínimo médio máximo
Gerente de e-commerce 13.334 15.156 20.622
Webmaster 6.139 6.798 8.121
Webdesigner 3.814 4.613 5.457
Analista de sistemas de internet 6.875 8.988 9.123
Analista progr. sistemas sênior 6.822 7.946 9.878
Analista progr. sistemas pleno 5.466 6.067 8.145
Analista progr. sistemas júnior 3.262 3.799 6.585
Analista de suporte técnico 3.875 4.556 5.623
Gerente de sistemas 15.596 18.088 22.529
Chefe de sistemas 7.282 8.583 11.325
Analista de sistemas sênior 6.299 7.897 8.665
Analista de sistemas pleno 4.852 5.683 8.318
Analista de sistemas júnior 4.143 4.423 5.718
Administrador de banco de dados sênior 6.759 8.600 9.770
Administrador de banco de dados pleno 5.139 5.256 5.372
Administrador de banco de dados jr. 3.630 3.865 4.272
Gerente de projetos de sistemas 12.995 13.873 15.596
Coordenador de projetos de sistemas 7.450 10.248 12.477
Analista de projetos de sistemas sr. 6.033 7.004 9.209
Analista de projetos de sistemas pl. 4.795 5.228 5.623
Analista de projetos de sistemas jr. 3.165 3.735 4.241
Chefe programação de sistemas 7.979 8.367 10.550
Analista programador sr. – cliente/serv 4.980 6.092 7.415
Analista programador pl. – cliente/serv 4.607 4.906 5.503
Analista programador jr. – cliente/serv 4.112 4.184 4.428
Analista programador sr. – micro 5.025 5.080 5.098
Analista programador pl. – micro 4.506 4.690 4.877
Analista programador jr. – micro 2.759 3.432 3.824
Operador de computador sr. 2.554 2.815 3.434
Operador de computador pl. 2.054 2.297 2.794
Operador de computador jr. 1.765 1.909 2.190
Gerente de suporte técnico 11.857 11.993 14.423
Chefe de suporte técnico 6.640 8.664 12.055
Analista de suporte técnico sr. 6.650 7.232 9.123
Analista de suporte técnico pl. 5.173 5.538 6.217
Analista de suporte técnico jr. 2.243 3.447 4.991
Engenheiro de sistemas – software 5.541 5.550 5.562
Gerente produção de operações 6.303 8.372 12.193
Analista de produção sr. 4.747 4.817 5.443
Analista de produção pl. 3.973 4.125 4.222
Gerente segurança de sistemas sr. 11.060 12.192 14.333
Analista segurança de sistemas sr. 6.378 6.488 6.599
Analista segurança de sistemas pl. 3.737 4.611 5.416
Analista segurança de sistemas jr. 3.821 4.406 4.991
Consultor TI especializado 6.057 7.725 11.034
Consultor TI funcional 5.708 6.174 8.561
Analista de negócios 5.096 5.675 6.033
Gerente de telecomunicações 16.678 19.552 24.260
Engenheiro de telecomunicações sr. 6.202 7.554 10.046
Engenheiro de telecomunicações pl. 4.746 5.925 8.594
Engenheiro de telecomunicações jr. 4.072 4.278 5.107
Chefe de telecomunicações 6.875 11.253 12.833
Analista de telecomunicações sr. 7.282 7.993 8.702
Analista de telecomunicações pl. 5.571 5.777 5.828
Analista de telecomunicações jr. 3.224 3.409 4.191
Técnico de telecomunicações sr. 3.021 4.515 7.329
Técnico de telecomunicações pl. 3.228 3.767 5.976
Técnico de telecomunicações jr. 2.275 2.691 4.251

Fonte: INFO Online

Nanotecnologia dá dinheiro?

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Nanotecnologia dá dinheiro?
INFO Online
8 de janeiro de 2009
Nanotecnologia dá dinheiro?
Para o investidor Josh Wolfe, 35 anos, o melhor jeito de prever o futuro é inventando-o

Para o investidor Josh Wolfe, 35 anos, o melhor jeito de prever o futuro é inventando-o. Sócio-fundador do fundo de investimentos Lux Capital, de Nova York, ele esteve em São Paulo para falar sobre nanotecnologia. Veja o que ele contou a INFO:

Nanotecnologia é bom negócio?
É um campo competitivo e de altíssimo risco, mas recompensador. A nanotecnologia tem impacto sobre quase tudo, desde ciência dos novos materiais até eletrônica, passando por biotecnologia. É algo que está rompendo as fronteiras entre várias disciplinas e muda a economia.

O que pode ser feito com ela?
Por exemplo, aplicá-la em biotecnologia para fabricar eletrônicos. Da mesma forma que constrói uma árvore ou um organismo, a biologia poderá montar circuitos eletrônicos, como dispositivos de memória. A questão é o custo para fazer isso.
Quando compraremos nanoprodutos?
Já existem roupas feitas de tecidos hidrofóbicos, que repelem a água. A maioria das aplicações da nanotecnologia fi ca escondida dos olhos do consumidor.

Que outras aplicações práticas veremos?
A nanotecnologia vai entregar remédios para partes específi cas do corpo. Também estará nas telas sensíveis ao toque. As telas de hoje estão sendo substituídas por um sistema de nanofi os de prata dispostos sobre um fi lme plástico. Os plásticos condutivos serão uma das aplicações mais populares da nanotecnologia.
Fonte: INFO Online