Pokemon Go! A brincadeira é séria

Vídeo

Sim, é um fenômeno! Ou seria uma febre? O jogo Pokemon Go, da Niantic (mesma produtora do Ingress) já teve mais de 80 milhões de downloads!!! (e são mais 7 milhões por dia, entre Android e iPhone).

Por mais polêmico que seja – a febre criou uma legião de fãs e uma legião de odiadores, ambos bastante fervorosos – o jogo, que une geolocalização, mobile, social e realidade aumentada, é um negócio. E um negócio milionário! O investimento de cerca de 30 milhões de dólares (feito por pequenas empresas como Google e Nintendo) já se pagou e rendeu um incremento de 22 bilhões (sim, BILHÕES) de dólares no valor da Nintendo, só pra ter uma ideia.

A grande celeuma, porém, se dá no tocante à febre do jogo: pessoas andando nas ruas com seus celulares nas mãos, seguindo um mapa ou um indicador de um bichinho que só pode ser visto através da tela do celular. Na verdade, nada muito diferente do que já acontece hoje. É essa a celeuma e, nesse caso, me coloco fora. Não jogo, acho meio sacal, faço piada com quem joga, mas fica nisso. Entendo que cada um faz o que quer da própria vida. Também não devemos ignorar – principalmente no Brasil e em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro – que andar pela cidade com o celular na mão e atenção focada na tela – e não no ambiente à sua volta – podem apenas facilitar a ação de ladrões e batedores de carteiras (nesse caso, de celulares). O Metrô de São Paulo e outros órgãos já estão alertando alguns desavisados caçadores de Pokémon sobre os riscos de não prestarem atenção por onde andam. Nada diferente do que a mãe da Chapéuzinho Vermelho já fazia, sei lá, muitas histórias atrás.

E pra quem gosta, uma das melhores interpretações do tema de abertura do Pokemon

PS: Joguem Ingress 😊

Diários de Viagem – Coletânea no Youtube

Vídeo

Fala, galera!

Aproveitando que os motores ainda estão esquentando, montei uma playlist com os vídeos de meus diários de viagem desde 2009, quando fiz a primeira viagem para o EGOS, em Barcelona. De lá pra cá, foram mais alguns EGOS e um IAM.

2010 em Lisboa, 2012 em Helsinque, 2013 em Montreal, 2014 em Rotterdam e 2015 em Santiago (IAM). Esses 3 últimos estão sem os vídeos, então vou subindo ao longo desse mês e já incluo na playlist.

Sim, todas as viagens ao exterior foram, a princípio, para apresentação de trabalhos de pesquisa. Alguns com financiamento da FGV (a quem muito agradeço) e outras com recursos próprios. É uma parte interessante da vida acadêmica: poder debater com pares do mundo inteiro sobre pesquisas, idéiase e novas possibilidades. Principalmente nas primeiras viagens, que fui sozinho, acabei fazendo diários de viagem mais completos, com mais vídeos e textos.

Diário de Viagem – Onde mais gostei

Barcelona, certamente, virou minha pequena paixão. E, como uma paixão, é bem difícil explicar suas razões. O clima, a história, arquitetura, atrações, o fato de ter assistido a final da Copa do Mundo 2010 junto com milhares de catalões na Praça da Espanha (hehehe). Roma também é apaixonante, com sua história exalada em cada esquina. A caótica Amsterdam também merece destaque, mas nesse ponto em específico, me lembrou bastante de São Paulo, então perdeu posições, rs.

Diário de Viagem – O que não gostei nada

Bruxelas foi a cidade que não deixou saudades. Apesar de achar que ainda merece uma segunda chance, não está na minha lista de prioridades. Já me falaram que fui para o país certo, mas na cidade errada, que deveria ter ido para Bruges. Pode ser… mas, por hora, não é o destino dos sonhos.

Bom, veja os vídeos e me diga o que acha. Quais as histórias que você traz de suas próprias viagens?

Por que não empreendo? A série completa!

Vídeo

Recentemente, publiquei uma série de vídeos sobre razões apontadas por pessoas que gostariam de empreender, mas não o fazem. Dentre as razões, estão a falta de capital, medo, impostos, inexperiência. Para mim, o principal obstáculo é o “Custo de Oportunidade“.

E você, qual a sua desc… ops, qual o seu motivo?

Se gostou dos vídeos, compartilhe em suas redes.

😀

Por que não empreendo? A Ideia Revolucionária

YOU - 17 - 2016-07-07
Padrão

Continuando nossa conversa sobre “Por que não empreendo?“, o Papo Online #17 vai tratar sobre uma resposta muito comum, que é “Me falta uma idéia revolucionária”.

Falta mesmo?

Links

Workshop “Quero tirar minha ideia do papel”
http://professor.sergiojr.info/quero-empreender-julho2016

De onde vêm as boas ideias?
https://www.youtube.com/watch?v=BtgnozUgc58

Escolas matam a criatividade
https://www.youtube.com/watch?v=aQym7WkF5ks

Strategyzer Webinar: Ask Us Anything About Value Proposition Design
https://www.youtube.com/watch?v=T3oQpSLpzVk

Papo Online #08 – Business Model Canvas – Parte III – Proposta de Valor e Segmento de Clientes
https://www.youtube.com/watch?v=PUVnfe5nB_I

Como definir a proposta de valor da sua inovação
http://startse.infomoney.com.br/portal/2015/04/30/11763/como-definir-a-proposta-de-valor-da-sua-inovacao-novo-texto-da-coluna-de-felipe-scherer/

Value Propostion Design
https://strategyzer.com/vpd

Papo Online #16 – Por que não empreendo? Falta de Capital

Vídeo

Por que não empreendo?

Neste Papo Online #16, começamos a responder à questão: “Por que não empreendo?”

Entre as diversas razões, a principal alegação é a falta de Capital. Mas… será que este é realmente um problema tão grande? Vamos explorar alternativas e formas de solucionar a questão.

Links

Workshop “Quero tirar minha ideia do papel”
http://professor.sergiojr.info/quero-empreender-julho2016

O que é um MVP?
https://endeavor.org.br/mvp/

FFF – Family, Friends and FoOls
http://businessangelinstitute.org/fff-family-friends-fools/

FFF
http://info.abril.com.br/noticias/rede/invest/sem-categoria/investimento-para-startups/

Asking friends and family for financing
http://www.entrepreneur.com/article/44612

8 Best Practices to Seek Funding From Friends, Family and Fools
https://www.entrepreneur.com/article/246404

Fidelização? Não!

end of relations(special f/x,made from my images)
Padrão

Muitos se assustaram quando escrevi em minha página do Facebook que não acredito em fidelização de clientes. “Como assim? Um professor de estratégia, de marketing falando isso??”

Pois é…

Fidelização x Valor

Há quem defenda – e alguns podem até vir aqui me xingar – mas acredito que a própria teoria de marketing mostre que tal argumento tem muitos problemas. A fidelização pressupõe que a empresa faça algo que torne o cliente “fiel” ao seu produto ou marca. O caso da Apple é muito citado como exemplo de fidelização. Omo é outro caso. Mas… Foi sempre assim? A Apple não tinha bons produtos nos anos 90 também? O que há aqui?

Meu ponto é simples (e se vale de ferramentas de marketing, também): clientes compram aquilo que lhes entrega valor positivo. E valor para o cliente (longe das concepções rasas que confundem “diferencial” com valor) é uma função de outras duas variáveis, em parte, subjetivas: benefícios percebidos sobre custos para aquisição.

Valor = benefícios / custos

Os benefícios, por serem percebidos por indivíduos, é subjetivo. Para alguns, há grave percepção de benefício em usar um celular com uma maçã mordida ou um tênis com um N. Para outros, o sabão que “lava mais branco” ou “o melhor bolo de chocolate do mundo” apresenta maior benefício.

Na outra parte da conta, os custos para aquisição têm uma parcela objetiva (financeira) e, também, uma subjetiva. Custo financeiro é o preço, o frete (ou ônibus, ou estacionamento, gasolina, etc para ir até a loja), eventuais taxas, etc. Já o componente subjetivo se dá por conta do tempo despendido para a aquisição, o cansaço, a chateação (mande um homem mais velho ir fazer compras num shopping), o trabalho que dá para analisar opções, e outros fatores relacionados ao sujeito.

Assim, a percepção de valor de um mesmo produto acaba mudando de pessoa para pessoa e, também, em função do momento (1 garrafa de água “vale” o mesmo no supermercado e no meio do deserto?).

Tá, e a fidelização? Pois é, não existe. O que existe é percepção de valor (e marca entra aqui, sem dúvidas) que, enquanto for positiva e superior às demais, manterá o cliente “fiel”. Mude alguma dessas variáveis e a percepção de valor mudará também. A partir do momento que a grama do vizinho se mostrar mais verde, o cliente pula a cerca. Por mais que se goste da marca.

Em outras palavras: não existe “fidelidade” per se. Existe uma percepção que “vale a pena” continuar comprando dessa marca.